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domingo, 26 de julho de 2015

Justice League: Gods and Monsters

Se a Marvel domina nos live action movies, a DC está bastante na frente nos animated movies. Segundo a wiki, eles já são mais de 25, e há mais por vir!

Nesse post, vou falar do Justice League: Gods and Monsters. Ambientado em uma realidade alternativa à continuidade do universo oficial da DC, o filme exige pouco conhecimento prévio dos personagens (mas é legal saber para sacar as diferenças).

Nessa história, o Super Homem é filho do general Zod, e foi criado por uma família humilde de latinos; o Batman é um "vampiro" e a Mulher Maravilha tem origem em Apocalópolis (!!!). Os três formam a Liga da Justiça, que não segue os valores tradicionais da liga no universo principal.

Com bons diálogos, história bacana e um nível de violência dificilmente visto em filmes animados, Justice League: Gods and Monsters é um bom começo pra quem quer sair um pouco do universo Marvel e encontrar personagens antigos com uma cara diferente.


domingo, 1 de março de 2015

Sandman (HQ)

Comecei a ler Sandman por acaso, no intervalo entre uma tarefa e outra do trabalho. Depois de algumas tentativas, minha produtividade caiu muito.

Sandman é viciante pra quem curte um estilo sombrio de arte e roteiro. Inserido no universo DC, o primeiro arco conta a saga de Morpheus em busca de três itens que guardam parte de seu poder. A história corre em paralelo para os atuais possessores dos artefatos, e eventualmente Sandman entra em confronto com eles. Os enfrentamentos não são com base em força física, e o desfecho é sempre imprevisível.

Pra quem não quer ler, vale a pena procurar algumas imagens e apreciar o estilo. É uma obra de arte.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Injustice: Gods Among Us (os quadrinhos)

Eu nunca curti muito os quadrinhos da DC, nem os filmes (salvo Batman). Sempre achei a maioria dos herois da DC rasos, overpowereds ou chatos mesmo.

"Injustice: Gods Among Us" possui um passo diferente. Nesse universo, o Super Homem decide abandonar os paradigmas de "não matar" e de "não intervir na política". Nem todos concordam, e a liga da justiça fica dividida: enquanto o Super Homem assume o controle do mundo, a resistência é liderada pelo Batman. O abismo entre a força física deles é compensado por estratégias, intrigas e truques do morcegão.

Por ser uma edição de quadrinhos com data para acabar (são previstos 5 anos, e já está na metade), muita gente morre. Muita. Ao contrário do que normalmente ocorre nas séries com duração ilimitada, os criadores de Injustice não tiveram pena de acabar com a vida de alguns personagens principais - em definitivo.

Como dá pra imaginar, os quadrinhos foram lançados para promover o jogo. Confesso que não sei se a história dos quadrinhos bate com a do jogo de luta, mas nem precisa: Injustice parece ser uma boa experiência, tanto no jogo quanto na revista.

Ah, faltou um detalhe: os criadores do Mortal Kombat fazem parte do corpo de criação da série. Isso explica um pouco o volume de sangue nas páginas.