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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Injustice: Gods Among Us (os quadrinhos)

Eu nunca curti muito os quadrinhos da DC, nem os filmes (salvo Batman). Sempre achei a maioria dos herois da DC rasos, overpowereds ou chatos mesmo.

"Injustice: Gods Among Us" possui um passo diferente. Nesse universo, o Super Homem decide abandonar os paradigmas de "não matar" e de "não intervir na política". Nem todos concordam, e a liga da justiça fica dividida: enquanto o Super Homem assume o controle do mundo, a resistência é liderada pelo Batman. O abismo entre a força física deles é compensado por estratégias, intrigas e truques do morcegão.

Por ser uma edição de quadrinhos com data para acabar (são previstos 5 anos, e já está na metade), muita gente morre. Muita. Ao contrário do que normalmente ocorre nas séries com duração ilimitada, os criadores de Injustice não tiveram pena de acabar com a vida de alguns personagens principais - em definitivo.

Como dá pra imaginar, os quadrinhos foram lançados para promover o jogo. Confesso que não sei se a história dos quadrinhos bate com a do jogo de luta, mas nem precisa: Injustice parece ser uma boa experiência, tanto no jogo quanto na revista.

Ah, faltou um detalhe: os criadores do Mortal Kombat fazem parte do corpo de criação da série. Isso explica um pouco o volume de sangue nas páginas.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

TINTIM

Eu não sou nenhum adulto culto originado de criança prodígio. Também não sou nenhum pseudointelectual pra dizer que eu adorava Tintim, quando na realidade eu nunca li nem vi desenho nenhum dele. Até ontem sabia somente do que se trata, nada mais do que isso.
Assisti esperando um filme infantil, mas não é tanto assim. Tintim, sem querer, se envolve em uma trama de vingança e caça ao tesouro. Ele compra uma réplica miniatura de um navio famoso (O Unicórnio, em português fica Licorne, direto do francês - fui na Wikipedia pra descobrir essa) que muitas pessoas parecem ter interesse, sem motivo claro. Depois é revelado que o navio esconde uma pista para um tesouro enorme, que pertencia ao capitão do navio. Duas pessoas conhecem, acreditam e procuram o tesouro: o último descendente do capitão e o descendente do arquiinimigo do capitão. Não é necessário dizer que o ódio transcende as gerações e eles tenta se assassinar várias vezes.
O filme tem bastante ação, um pouco de humor e é muito bonito esteticamente. Como eu não conheço o Tintim, não sei dizer se está fiel ou não aos quadrinhos. Pra mim ele está mais para MacGyver do que para Sherlock Holmes ou Indiana Jones. Ele deveria observar mais o cachorro Milu, que é bem esperto.
De modo geral, gostei muito do filme.

The Adventures of Tintin (2011) on IMDb