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terça-feira, 11 de agosto de 2015

A série Death Battle! do Screwattack!

ScrewAttack! é um daqueles canais dedicados a videogames e ao universo pop. Eles produzem bastante, e há alguns vídeos e séries legais para quem curte a cultura nerd.

A minha favorita é a Death Battle!, que mostra confrontos entre personagens de universos diferentes. A primeira parte dos vídeos conta um pouco da história e poderes dos personagens; a segunda parte é uma luta animada em gráficos 16bits (ou melhores, até).

Um dos vídeos mais acessados é a luta entre Goku e Super-Homem, que já conta com mais de 30 milhões de visualizações. O canal faz uma análise profunda das capacidades de luta de cada um, e a animação é - para os padrões do youtube - impressionante. Esse vídeo é referido como uma das melhores respostas para uma das dúvidas mais complexas da filosofia moderna: quem é mais forte, Goku ou Super-Homem?

Vale a pena conferir:




sábado, 8 de agosto de 2015

Agents of Shield

Nos primeiros episódios, Marvel: Agents of Shield parece uma mistura de Malhação com Power Rangers. O clima infantil dura pouco, e a série assume tons mais sombrios do que a maioria dos filmes da Marvel.
O seriado acompanha uma equipe da Shield liderada pelo agente Coulson (que tinha morrido no primeiro filme dos Vingadores, mas não morreu não). A história corre em paralelo com os filmes, e é especialmente influenciada pelos eventos do Captain America: The Winter Soldier. Algumas participações especiais são recorrentes, como a agente Maria Hill, a Lady Siff e (por incrível que pareça) do Nick Fury.

Para quem pretende acompanhar o universo Marvel, a série é obrigatória. Ela ajuda a entender vários pontos do Universo Marvel que não são expostos com clareza nos filmes. Além disso, ela estabelece os Inumanos, pessoas superdotadas que devem ocupar o papel dos mutantes (já que os direitos cinematográficos dessa palavra pertencem à Fox).

Agents of Shield conta com duas temporadas de 22 episódios, cada um com uma hora de duração. A terceira temporada já foi confirmada e deve chegar no ano que vem. É bastante material pra matar o tempo entre um filme da Marvel e outro.




domingo, 26 de julho de 2015

Justice League: Gods and Monsters

Se a Marvel domina nos live action movies, a DC está bastante na frente nos animated movies. Segundo a wiki, eles já são mais de 25, e há mais por vir!

Nesse post, vou falar do Justice League: Gods and Monsters. Ambientado em uma realidade alternativa à continuidade do universo oficial da DC, o filme exige pouco conhecimento prévio dos personagens (mas é legal saber para sacar as diferenças).

Nessa história, o Super Homem é filho do general Zod, e foi criado por uma família humilde de latinos; o Batman é um "vampiro" e a Mulher Maravilha tem origem em Apocalópolis (!!!). Os três formam a Liga da Justiça, que não segue os valores tradicionais da liga no universo principal.

Com bons diálogos, história bacana e um nível de violência dificilmente visto em filmes animados, Justice League: Gods and Monsters é um bom começo pra quem quer sair um pouco do universo Marvel e encontrar personagens antigos com uma cara diferente.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Kick-Ass

Quando o Pablo me convidou para escrever no blog, eu pensei: o que eu devo avaliar? Deixando as frescuras de lado (fotografia, trilha sonora, enfim, tudo que eles avaliam em um Oscar) o que realmente deve ser pensado na hora de resenhar um filme? A minha resposta é: expectativas. Acredito que um filme agrada quando ele corresponde àquilo que esperamos. Filmes antigos perdem em muitos critérios (frescuras) para filmes novos, mas os clássicos sempre me agradam mais porque eu sei o que esperar deles.

Partindo daí, vou começar pelo Kick-Ass, lançado em 2010 e que vai ganhar uma sequência ainda esse ano. Para mim, esse é o filme (recente) ideal para mostrar como não gerar expectativas e surpreender o público.

O trailer já deixa bem claro que o "super-herói" é um nerd comum que resolveu colocar uma fantasia e sair por aí batendo em bandidos. Não tem nada dos efeitos especiais de um Transformers, não tem o roteiro de Watchman, nem a estrutura de SinCity, a fotografia de 300 e um personagem consagrado como o Spider-man. É simplesmente um John Doe que resolve bancar de herói. Simples assim.

O elenco anunciado também não ajuda. Ninguém muito famoso em papeis centrais e, para piorar, tem o Nicolas Cage.

Eu confesso que, quando fui assistir esse filme no Netflix, esperava a cura para a minha insônia. Duas horas depois, eu não tinha caído no sono acordado, mas tinha assistido a um filme engraçado, leve e divertido. As piadas são legais, as cenas de ação são boas e há alguns pontos na trama que ficam na memória. Por incrível que pareça, até o nosso amigo Cage é razoável.

Enfim, é um filme adequado para um geek que quer ter duas horas agradáveis. Só NÃO assistam ao trailer do segundo filme, que tem mais spoilers do que a Wikipedia do Game of Thrones.