Uma comédia que eu estava para assistir há bastante tempo, desde quando vi pela primeira vez "Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall)" e depois descobri que o rockstar Aldous Snow seria personagem de outro filme.
O pior trabalho do mundo é o que Aaron tem de executar. Aparentemente o emprego dos sonhos vai se transformando a medida que ele vai conhecendo melhor a intimidade de um dos seus maiores ídolos: Aldous Snow, um rockstar meio decadente(porém lendário) e autodestrutivo. Aaron precisa traze-lo de Londres, passando por NY, até Los Angeles para um show que deve revitalizar a carreira dele, bem como gerar bastante receita para a gravadora de Sergio(vai sempre ser Puff Daddy pra mim, não importa quantas mudanças de nome ele fizer).
De antemão já dá pra imaginar que aquela turminha vai aprontar muita confusão, só que realmente a história vai tomando rumos bizarros demais, eles levam a loucura de um famoso ao limite. Para quem não está acostumado, tudo parece exagerado, mas chega a passar pela cabeça de um paisano(eu o resto da torcida do xavante) que as situações podem muito bem ser baseadas em fatos reais.
É uma comédia engraçada, não é um humor dos mais inteligentes, mas sim sujo e honesto, sem rodeios. Eu prefiro, forçando uma comparação, "Ressaca de Amor", embora sejam muito diferentes. Mesmo assim, assite lá que vale a pena, pra quem não tem problema em ouvir uma porrada de palavrões.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Assalto ao Banco Central
A narrativa do maior assalto a banco da história do Brasil tem todos os elementos clichês de um blockbuster americano: a montagem da equipe, o líder fodão, a ideia de um motim, o policial velhote que não sabe viver no mundo atual, o policial novato cheio de talento e ambição, o policial corrupto, o ladrão carismático, o ladrão desastrado, os momentos de tensão, a torcida pelos bandidos... enfim, todos aqueles personagens que já conhecemos estão lá. A trama já nasce sem elementos surpresa, evidentemente, portanto o desafio do diretor foi conseguir deixar o espectador sentado na ponta da cadeira. Ele faz isso intercalando a história entre os bandidos, os policiais, os interrogatórios e os corruptos. Dessa maneira acabou deixando tudo sem meio de campo, foi direto ao ponto na construção do perfil de cada personagem e também na história, o que justifica a primeira frase desse texto: todos os clichês estão lá.
Sobre o elenco, somente tenho a dizer que o Lima Duarte parece estar interpretando um drama pessoal: está velho, está na hora de parar.
Fiquei o filme inteiro com a sensação de que se fosse feito em Hollywood seria apenas levemente diferente. Talvez o modo de contar a história, a linearidade e o momento em que a historinha dos policiais encontra a historinha dos bandidos. De qualquer maneira, gostei do filme, mais um do gênero "fatos reais", que me agrada bastante.
Sobre o elenco, somente tenho a dizer que o Lima Duarte parece estar interpretando um drama pessoal: está velho, está na hora de parar.
Fiquei o filme inteiro com a sensação de que se fosse feito em Hollywood seria apenas levemente diferente. Talvez o modo de contar a história, a linearidade e o momento em que a historinha dos policiais encontra a historinha dos bandidos. De qualquer maneira, gostei do filme, mais um do gênero "fatos reais", que me agrada bastante.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
L'equip petit
"L'Equip petit" é um curta espanhol que apresenta o Margatània, equipe mirim de futebol composta por onze meninos e duas meninas. O time disputa um campeonato local na Cataluña e não consegue marcar um gol sequer. No vídeo, há imagens de uma partida e depoimentos dos jogadores e dos pais. Mesmo com a atuação desastrada, as crianças não perdem a alegria de simplesmente e apenas jogar futebol. Belíssimo!
Créditos: El País

